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Se você quiser compartilhar o que encontrar aqui, fique à vontade. A ideia é exatamente esta: divulgar o tricô, disseminar essa linda arte
manual. Honestamente, eu me sentirei lisonjeada.


Apenas peço que mencione a fonte e coloque o link do post ou do blog. Obrigada!


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16 de agosto de 2014

Montagem provisória de pontos



A montagem provisória é feita com um fio acessório, diferente daquele que será usado para tricotar uma peça.

Essa montagem serve para deixarmos os pontos da primeira carreira tricotada acessíveis para manusearmos mais tarde (pelos mais variados motivos: para posteriormente fazer uma costura mais elaborada ou para um acabamento com outro ponto, diferente daquele usado no restante da peça, também substitui o levantamento de pontos etc).

Assim, a montagem provisória significa que usaremos um fio qualquer para inserir os pontos na agulha e somente depois de colocar todos os pontos na agulha, cortamos esse fio acessório (deixe uns 10cm para facilitar a troca de fios e a fixação do próximo fio para que os primeiros pontos da próxima carreira não fiquem muito soltos).











 Iniciaremos o tricô com o fio que será efetivamente utilizado na peça e seguimos tricotando os pontos da primeira carreira.

Após concluída a peça, basta cortar o fio acessório e deixar os pontos da primeira carreira "livres".

Outra ideia muito legal é fazer uma correntinha de crochê e "tricota-la". Essa técnica é super prática porque para deixar os pontos "livres", é só puxar o fio acessório, desfazendo a correntinha, sem necessidade de cortá-lo.

Veja o vídeo da Joana Nossa:


Também há uma explicação excelente de montagem provisória da Karen Bruns, nossa querida Milady:

1 de setembro de 2012

ROUPINHA PARA CÃES



Que mega saudade da minha amiga Sam, do blog Trens e Trecos. Aliás, que saudade de todas as minhas amigas virtuais. Estou mais desaparecida do que nunca, então, as virtualidades ficam ainda maiores.

Um dia, pensando em escrever para ela - lógico que o 'aborrecedor' do post travou minha mensagem - entrei no blog e comecei a navegar pelas novidades no mundo do tricô para bebês e me deparei com um artigo com diversos links de roupas para cães.

Como minha bebê estava tremendo nos dias frios de junho, comecei minha distraída navegação pelo roteiro da Sam e adorei o link da Vera Lucia, do blog Receitas de tricô fáceis.

Como adoro fazer o ponto meia, dei uma leve adaptada na receitinha e não fiz o ponto sanfona.

Depois de pronta a peça, basta fazer as costuras as laterais.

Esta peça é bem flexível. Você pode aumentar ou diminuir o número de pontos e de carreiras. Este tamanho da receita original ficou ótimo para um cão de porte pequeno (de 4 a 5 quilos).

Para ver dicas sobre como fazer a construção dessa peça com aberturas verticais, veja este artigo sobre pontos à espera.

Fica um linda roupinha cacharrel para um cachorro pequeno como Lhasa Apso ou Poodle Toy.






7 de janeiro de 2012

O LOGO DO GRUPO TRICÔ E RECEITAS - FACEBOOK



Prontinho! Agora é definitivo essa imagem como logo do grupo... até a próxima mudança, rsssss.

Convite especial: faça parte do grupo Tricô e Receitas, lá no Facebook - um cantinho especialmente criado para o mundo tricoteiriano, mas que abraçou outras artes de agulhas e linhas também.

https://www.facebook.com/groups/tricoereceitas/#!/groups/tricoereceitas/

No dia 21 de janeiro, iniciaremos o nosso primeiro TCG (Tricô Coletivo do Grupo) com o Xale Haruni. Você está convidado! Mais intruções: veja documento lá no grupo.

Este é o sapatinho risoto, receita aqui.


5 de janeiro de 2012

SEGURADOR DE PONTOS DE TRICÔ


 

Dica para facilitar o tricô de peça plana usando agulha circular (quando o número de ponto demanda pouca extensão do fio de silicone da agulha).

Fui à papelaria e encontrei uma borracha, daquelas que as crianças gostam de utilizar na ponta de um lápis.

Imediatamente pensei no tricô e na dificuldade de encontrar um "segurador de pontos para agulha circular".

Esse acessório facilita as tricotadas, pois se colocarmos esta borracha no meio do fio de silicone, os pontos não correm por toda a extensão da agulha circular, ficam delimitados e mais próximos das pontas das agulhas enquanto a peça plana é executada.

Uma embalagem custa R$ 1,30, em média e vem com seis unidades dessas ponteiras de borracha.

Testei a fixação do bichinho na agulha circular e fiquei animada. Por enquanto, ele não escorregou pela extensão de silicone (cabo).

Acho que o segredo é passar a borracha rapidamente pela parte mais grossa da agulhas circular para evitar que o furinho fique muito grande, já que as agulhas são mais largas do que os cabos de silicone.
 
A seguir, o passo a passo simples de como preparar o segurador de pontos para agulha circular caseiro:



Pegue um alfinete para furar o "cocuruto" da borracha. Este é um alfinete que uso para blocar o tricô
 

Faça um furinho bem no meio do "cocuruto" da borracha


Aliás, a borracha já tem um pontinho bem na parte central do "cocuruto"

O furinho auxilia a passagem da agulha. Ao passar a borracha pela agulha, faça isso rápida e delicadamente, para evitar que o furinho fique muito aberto.

Está pronto o seu segurador de pontos para agulha circular

2 de janeiro de 2012

FELIZ 2012!


Queridas amigas do mundo tricoteiriano,

Obrigada pela sua amizade e pelo seu carinho!

Que o Ano Novo traga a benção da renovação, o  fortalecimento das verdadeiras amizades, a alegria do compartilhar e muita paz, saúde e boas vibrações diárias!

Muito tricô para todas nós!

Um bocadinho de ternura para cada uma de vocês que  fazem parte da minha vida,

Lilika.


21 de outubro de 2011

PONTO JERSEY

Ponto jersey nada mais do que fazer o lado direito da peça em ponto meia e o lado avesso em ponto tricô.

Assim, é possível afirmar, exemplificativamente, que todos os pontos das carreiras ímpares são tricotados em ponto meia e todos os pontos das carreiras pares são tricotados em ponto tricô.

É uma das tramas mais fechadas do tricô, indicada para peças confeccionadas para proteção contra o frio.

Ponto muito utilizado para amostras prévias para determinar média de carreiras e pontos para fazer quadradinhos de 10cm x 10cm ou quantidade de fio a ser utilizado.

8 de outubro de 2011

UM VÍDEO = DUAS DICAS VALIOSAS


Hoje é uma data especial para o blog, que está no ar há três meses. Pouco tempo de vida e muitas amizades preciosas. Um agradecimento para lá de especial aos leitores, aos visitantes e aos tricoteiros pela atenção e carinho diários. Um agradecimento especial também para minhas mestras, da vida real e do mundo virtual. Obrigada por me fazerem tão feliz nesta troca mágica de energia e conhecimento!

A dica anterior para proteger novelos está aqui.

Seguindo com sugestões para proteger o novelo e facilitar o manuseio dos fios, abaixo há um vídeo com uma ideia simples e genial para as bolas de fios, em que o fio externo é puxado. Facilidade para o deslizamento da bola.

A dica da troca de fios não é nova aqui no blog, mas quis compartilhar esta aqui por ser mais rápida e a que estou usando atualmente.

As outras dicas sobre troca de fios estão aqui e aqui.
Deixe o fio a ser substituído na frente do trabalho

Deixe o novo fio duplo, como na foto

Insira a agulha pelo ponto, pegue a laçada do novo fio

Puxe a laçada , como se estivesse tricotando um ponto meia

Siga tricotando com fio novo duplo, até finalizar a parte melhor

Corte a pontinha excedente do fio novo

Prontinho! Mais prático do que ter que pegar a agulha de tapeçaria para esconder os fios excedentes.


Vídeo enviado por Judy Topaz, do "Knitting Tips by Judy:



NOVELOS E SUSTENTABILIDADE


 Já parou para pensar por onde passou o novelo que você está usando?

 De vez em quando, tricoto na cama e sempre me preocupei com a falta de higiene de trazer um novelo para o meu cobertor. Aí eu enrolava o dito cujo em filme PVC com o maior trabalho, pois em saco plástico ele 'pula' para fora e em sacola ele enrosca ao ser puxado devido às nervuras.

Também recebi um pedido de ajuda para proteger novelos que são lançados no chão. Soube que é usual entre as tricoteiras deixá-los no chão, facilita a puxada do fio.

Para evitar que o novelo que passou sei-lá-por-onde suje o sofá ou o cobertor, faço uso de uma embalagem de uvas. Essa embalagem das fotos é bem firme, tem dois pequenos botõezinhos que fecham bem e a abertura não machuca os fios. Espaço suficiente até para dois novelos de 40g ou um novelo de 100g.

Semana retrasada, uma ideia super legal no curso: uma coleguinha lançou uma garrafa pet customizada ao chão com um novelo protegido. Foi a sensação do momento!

Está usando uma bolota ou meada em que o fio usado fica na parte exterior do novelo? No próximo artigo, teremos mais dicas e um vídeo especial, veja aqui.

Corte a garrafa pet ao meio. Se preferir, recorte alguns centímetros da metade para ficar menor. Passe fita isolante para proteger a parte que ficará em contato com o novelo.
Insira o novelo, passe o fio pela abertura da garrafa

A embalagem de frutas, após a devida esterilização, fica excelente para organizar fios duplos. Utilizo sobre a cama e sofá.

Dupla muito útil para o tricot e para o planeta



30 de setembro de 2011

PONTO ARROZ E UM POUQUINHO DE PROSA



Olás!

Gostaria de agradecer mais uma vez cada visitinha de vocês.

Um agradecimento especial e de coração!!!

Quando postei o ponto barra 1x1, a Cris teve dúvidas a respeito de como tricotar a sequência do ponto tricô e do ponto meia. Dúvida esclarecida, prometi fazer o ponto arroz para mostrar a diferença entre ambos.

Aproveito a oportunidade para registrar que acho supimpa essa troca legal de ideias, sugestões, dúvidas e pedidos. Eu serei a maior beneficiada, pois saberei o que efetivamente interessa a quem acessa o blog. E podem escrever para o meu email ou deixar um comentário (se for daqueles mais íntimos, rsrsrs, prometo não publicar).

Aliás, vou lançar o jargão: "Blog não apenas para ser lido, também para ser praticado" - que tal?



O ponto arroz é um dos primeiros aprendidos no mundo tricoteiriano. É uma sequência de 1M, 1T, 1M, 1T, com desencontro de pontos tricô e meia.


Costumo denominar o ponto tricô de 'ponto barriguinha' e o ponto meia de 'ponto trancinha' quando tento ensinar tricô de maneira mais lúdica, pois estas são as formas que esses pontos tem para mim.





Então, se o ponto abaixo (carreira inferior) for 'uma barriguinha', você tricotará 'uma trancinha', de tal modo que, no ponto arroz, cada 'barriguinha' é uma ilha cercada de 'trancinhas' por todos os lados - e vice-versa.



Dica legal: sempre que finalizar a carreira com 1T, inicie a próxima carreira com 1T. Se terminar com 1M, inicie a próxima carreira com 2M.

Para resumir? Podemos dizer que o ponto arroz é "um ponto meia cercado de pontos em tricô por todos os lados".

O ponto arroz fica muito legal quando usado como moldura do ponto jersey (tudo em meia do lado direito e tudo em tricô do lado avesso da peça)

17 de setembro de 2011

REVELAÇÕES... onde está o tricô?


Bom dia! Ainda dá tempo! Está terminando, mas o final de semana ainda pode render!

O evento Revelando São Paulo acontecerá até amanhã. Reúne uma programação interessante, culinária paulista e um vasto artesanato.

Estive lá no sábado passado, fui para conhecer a culinária e não levei uma câmera para registrar as lindezas de lá. Aliás, recomendo o stand de Mairinque, a Rodamalu com seu alho queimado.

E por isso, não fotografei o artesanato. Fiquei encantada com algumas peças diferentes, a maioria em crochê.

Fiquei preocupada. De verdade! No artesanato paulista, há muito de patchwork e crochê. E o tricô? Quase não se vê por lá... por que?

Se tiver oportunidade, vale a pena conhecer. Para saber mais, aqui.
Onde: Parque da Vila Guilherme
Endereço: Av. Nadir Dias de Figueiredo s/nº (altura do 1500 da Rua Chico Pontes) – Vila Maria – São Paulo/SP
Acessibilidade: Acesso Parcial
Quanto: GRÁTIS.
Dia: Todos os dias
Horário: das 09 às 21h
Temporada: de 9 a 18 de setembro de 2011
Gênero: Cultura Tradicional Paulistana

31 de agosto de 2011

TRICÔ E LIAN GONG



Já ouviu falar em Lian Gong? Lê-se "lian-kun".

Acredite, ele funciona como atividade que previne tendinite e problemas de saúde similares, além de atuar como auxiliar nos tratamentos médicos para aliviar artrite, tendinite, pressão alta, depressão, dentre outros.

E o que o Lian Gong tem a ver com o tricô? É muito comum sentir dor após muito tempo de tricotadas constantes. 

Mesmo sabendo da importância de fazer alongamentos e pausas, nem mesmo eles são suficientes para evitar problemas nas mãos, punhos, braços e ombros, quando não é a lombar (nervosa a reclamar) dos tricoteiros dedicados à essa deliciosa arte de tecer.

O Liang Gong trabalha os tendões, as articulações e músculos. São movimentos que integram as partes do corpo.

Não, não é esotérico! São práticas chinesas há muito tempo desenvolvidas e pensadas para atender aos objetivos propostos e sou testemunha de que melhoram o bem-estar físico, o humor, a vida!

Atualmente, o Liang Gong é praticado em diversas praças paulistanas. Gratuitamente. Tomei conhecimento de que havia intenção de expandir o prometo para outras cidades brasileiras. Verifique se seu município já proporciona esta atividade - alguns postos de saúde (SUS) oferecem grupos de Lian Gong duas vezes por semana.

Veja artigo extraído do site da Sociedade Paulista de Liang Gong e Filosofia Oriental:

 Lian Gong, ginástica chinesa criada há mais de 40 anos, faz bem para o corpo e para a saúde.
A ginástica Lian Gong (pronuncia-se "liam cum") foi desenvolvida na China, pelo Dr. Zhuang Yuen Ming, médico ortopedista da Tradicional Medicina Chinesa (TMC), na década de 60.
Dr. Zhuang atendia com uma equipe formada por mais 25 médicos em um hospital de Shangai. Ele notou que a partir dos anos 60, o número de casos de dores musculares e articulares em seus pacientes havia aumentado. Isso aconteceu em decorrência da situação econômica da China, que deixava de ser uma sociedade agrícola, para ser uma sociedade industrial. Esse processo trouxe novas complicações ergonômicas e outras agressões ao corpo humano.
Por isso, baseado no Tui Na, milenar arte fisioterápica chinesa, e na tradição dos trabalhos corporais chineses, o Dr. Zhuang sintetizou, em um primeiro momento, um conjunto de 18 exercícios que atuassem no corpo humano, da coluna cervical aos dedos dos pés.
Apenas 12 minutos por dia Com a prática de 12 minutos diários desses 18 exercícios, uma pessoa pode se prevenir da maioria dos problemas decorrentes de má postura ou de movimentos agressivos à lógica do corpo humano.
Posteriormente, foram elaboradas mais duas seqüências de 18 movimentos cada, ampliando assim as possibilidades terapêuticas desta prática, com exercícios para as articulações e tendões e para o fortalecimento do coração e pulmão. Cada uma destas partes tem duração de 12 minutos também e são indicadas para pessoas que precisam de tratamento.
No Brasil, já existem experiências de sucesso com a prática. Na cidade paulista de Suzano, uma lei municipal regulamentou o Liang Gong como terapia complementar aos tratamentos oferecidos para casos de diabetes, hipertensão e reumatismo. Isso se deve aos bons resultados obtidos com o programa de Liang Gong, implantado na cidade há seis anos e com mais de 15 mil pessoas, que praticam pelo menos uma vez por semana.
Em pesquisa realizada com 2.100 praticantes, quase metade deles apresentou melhoras no humor e no sono. Além disso, um terço dos pesquisados, diminuiu a procura por assistênciamédica e 23% reduziram o uso de medicações.
Como é a Ginástica Todos os exercícios são feitos na postura em pé, acompanhados por uma música especialmente desenvolvida para a prática, sem necessidade de roupas especiais, e utilizando uma respiração natural. A característica básica dos exercícios é a fusão de movimentos de alongamento com tração, controlado pelo praticante, dentro de seus próprios limites. Assim,  sta ginástica, agindo de forma suave sobre os sistemas circulatório e articular, mobiliza o tônus muscular, suaviza os enrijecimentos e estimula a “lubrificação” das articulações.
A prática constante destes exercícios tem se revelado como um excelente instrumento na correção postural dos praticantes, bem como na melhora geral do indivíduo, combatendo os sintomas do stress, as ansiedades e irritabilidades além das ações positivas localizadas, específicas de cada exercício.
Por outro lado, tem-se notado nas práticas aplicadas junto a empresas, que o Lian Gong, por não ter um caráter competitivo mas sim de aprimoramento individual, estimula sobremaneira a integração entre aqueles que o praticam.
Lian Gong em 18 Terapias não é uma panacéia para todos os males, mas com certeza é uma prática que reúne conceitos ocidentais e orientais com uma  simplicidade, eficácia e alegria não encontradas em outras práticas.
São três séries de exercícios, cada uma com diferentes focos. Seguem vídeos da primeira e da segunda séries:






18 de agosto de 2011

EXPANSÃO DA TRICOTERAPIA NO BRASIL


... na torcida para o programa chegar a todas as cidades brasileiras.


Veja notícia veiculada no G1 Distrito Federal, no dia 5.8.2011

Em Brasília, tricô vira terapia para aliviar tensões

Terapeutas sem Fronteiras oferece atendimento gratuito para população.
Cerca de 100 voluntários estão cadastrados para consultas e cursos.

Um grupo de profissionais de Brasília lançou um programa de atendimento terapêutico gratuito que usa até tricô para aliviar a tensão do dia a dia. O programa Terapeutas sem Fronteiras funciona há dois meses na cidade.

Apesar da abertura recente, o espaço já reúne cem profissionais voluntários em diversas áreas da terapia. Os pacientes podem receber, de graça, atendimento com psicólogos e fisioterapeutas e podem fazer massagem, shiatsu e acupuntura, entre outras atividades.

Quem procura o centro pode participar ainda de atividades como a tricoterapia e fazer cursos de origamis, a arte tradicional japonesa de criar objetos com dobra de papel. A proposta é relaxar e diminuir a tensão do dia a dia.

Os terapeutas voluntários disponibilizam algumas horas da semana para os pacientes. Muitos deles atendem no próprio consultório. Outros, no centro de apoio instalado na Asa Norte.

A ideia do grupo Terapeutas sem Fronteiras é integrar as pessoas que procuram o espaço. Na atividade do tricô, por exemplo, as mulheres trabalham em uma roda que permite a troca de experiências pessoais.

“As pessoas vão trocando ideia, vão trocando opinião, vão conversando e às vezes, quem sabe, tecendo novos destinos”, diz a , psicopedagoga e voluntária Márcia Godoy.

A aposentada Ieda Hebe de Almeida é deficiente visual e procurou o local para desenvolver uma atividade que a deixasse mais disposta. Ela disse que está satisfeita. “Aquele negócio de eu ficar para baixo como era antes, acabou. A tricoterapia ajuda a me acalmar.”

A técnica do origami, segundo a artista plástica Renata Guimarães, também funciona como uma terapia, porque é um trabalho que ajuda muito a pessoa a se concentrar, trabalhar com a simetria, com todo o cérebro. Proporciona, de acordo com a professora, uma mente mais calma, porque a pessoa vai se concentrando e limpando os problemas da cabeça.

Para a coordenadora do espaço, Maria Soares Rodrigues, a proposta é criar uma grande rede de apoio mútuo, onde uma pessoa possa oferecer o talento que tem para levar benefício a outros.
O resultado, que a aposentada Ana Cecília apresenta, é o exemplo da proposta do grupo. “Eu saí daqui leve leve leve”, conta ela.


Boa notícia para São Paulo: agora são três turmas semanais...

Mais informações, veja aqui
O que é tricoterapia? Veja aqui

15 de agosto de 2011

REPORTAGEM DO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO SOBRE TRICÔ


A Flavia postou o link da reportagem lá no Facebook, no nosso grupo "Tricô e Receitas". Gostei do chamado da Flavinha: "Olha lá a onda virando tendência". Curti!!!! rsrsrs

Folha de São Paulo - 14.08.2011:

Jovens paulistanas aderem à mania das lãs

CHRIS CAMPOS
DE SÃO PAULO

Saem os cabelos brancos, a cadeira de balanço, as lãs em cores pastéis. Entram os blogs, os fios metálicos e as moças entre 25 e 40 anos com cabelos e roupas da moda. São essas as diferenças que permitem dizer que há, na cidade, uma nova geração de tricoteiras, que nos últimos anos despertou a atenção de fabricantes e vendedores.
Intríseca à imagem clássica da avó, a atividade tem atraído jovens mulheres por três principais motivos. Umas defendem o resgate de trabalhos manuais em geral, o que também inclui cozinhar e jardinar --atos considerados terapêuticos. Outras encontram motivação na moda. Desfilar por aí com peças exclusivas, feitas sob medida, é uma compensação que, dizem, vale as horas dedicadas às agulhas.
E há as que encaram o tricotar como uma transgressão contra o consumismo desenfreado, o que lembra o movimento DIY ("do it yourself", ou "faça você mesmo"), encampado pelos punks nos anos 1970 e 80. A publicitária Andrea Onishi, 36, faz parte do primeiro grupo. Com vontade desde criança de aprender a tricotar, ela foi atrás de livros, tutoriais (passo a passo) e vídeos na internet. Aprendeu tanto que virou referência.
Há seis anos, Andrea montou o blog Superziper, voltado para manualidades, com destaque para o tricô. Atualmente, a página é acessada por cerca de 4.000 pessoas todos os dias. A internet, para essa nova turma de tricoteiras, é um acessório tão fundamental quanto agulhas e lãs.

SÓ EU TENHO
Para que suas bonecas tivessem roupas exclusivas, Cristiane Bertulucci, 27, foi tricotar com a avó paterna quando tinha nove anos. Hoje, é estilista e professora. "O tricô, para mim, tem a ver com aversão ao massificado e com buscar algo diferente para vestir e que tenha algum valor sentimental", diz ela, que dá aulas particulares, para grupos e até para crianças.
Cristiane também é uma das fundadoras do coletivo Tricotarde, que reúne jovens apaixonadas por novelos e promove intervenções urbanas, como envolver árvores com peças feitas de lã. "Vestimos uma das árvores do parque Trianon [na av. Paulista], mas não durou muito. Logo mandaram tirar nosso trabalho de lá."
Espalhar o tricô pela cidade é uma das diferenças em relação às tricoteiras tradicionais. A nova geração também usa cores e pontos distintos. No grupo de 15 senhoras liderado pela professora Sonia Biondi, 72, os tons pastéis são os preferidos. As veteranas, que se reúnem semanalmente, gostam de "rosinha", "verdinho", "azulzinho", tons que combinam com roupas para bebês, as peças mais confeccionadas por elas. Também fazem sucesso pontos mais elaborados, como tranças, e flores de crochê, para enfeitar boleros e cachecóis.
Entre as mais novas, as cores são mais escuras e quentes e as lãs, mais grossas. "As tricoteiras modernas preferem pontos largos porque ficam prontos mais rapidamente. Em uma tarde você consegue começar e terminar um trabalho", diz Cristiane.

NOVOS RUMOS
O mercado de lãs já percebeu que algo está mudando. Fios mais grossos, com efeitos especiais e cores da estação estrearam nas prateleiras nos últimos invernos. "Elas [as mais jovens] começam a influenciar os hábitos das veteranas", explica Juliana Bueno, gestora de marketing da Pingouim, uma das maiores fabricantes de lãs do país. "Uma das nossas linhas mais tradicionais, a Flash, acaba de ganhar uma nova tabela de cores por conta dessa mudança de comportamento."
Outra marca, a Aslan Trends, também está de olho. Segundo Marina Pontieri, do time de estilo da empresa, esse novo perfil ganha força e tem a internet como principal fonte de divulgação da mania entre as modernas. Para agradá-las, a marca lançou neste ano uma lã com brilho metálico. Também neste inverno, a Vila Madalena, na zona oeste, ganhou seu primeiro café dedicado ao tricô. Na Novelaria Knit, inspirada em espaços europeus e americanos, onde o tricô é febre entre os jovens há alguns anos, é possível beber vinho, tomar sopas e comprar lãs importadas da Argentina.
"Há um ano, eu e minha sócia idealizamos um lugar de convivência, de troca, parecido com alguns que visitamos na Califórnia", conta a empresária Lica Isak. "A ideia é ir além do armarinho do bairro e oferecer um programa mais completo." De segunda a sábado, são ministrados ali quatro tipos de aula em 18 horários diferentes. Além de trabalhar as mãos, o tricô também ocupa a mente. Foi assim para a designer gráfica Luciane Kras. Quando se mudou para Nova York, há cinco anos, por causa do trabalho do marido, ela decidiu que era hora de buscar mais qualidade de vida. Resolveu, então, frequentar as aulas de tricô do Fashion Institute of Technology.
"Vinha de uma rotina insana de trabalho e esse período de pausa foi importante para eu ver o que realmente queria", diz ela, que fez o curso durante três meses. De volta a São Paulo, o tricô virou vício. Ela carrega o kit para todos os lugares e pratica enquanto conversa com os amigos. Já produziu casacos, vestidos e golas gigantes para o próprio guarda-roupa e sempre recebe encomenda de amigas. Costuma trocar truques de pontos usando fotos feitas com o iPhone.
Outro benefício mental citado pelas jovens tricoteiras é aprender a lidar com as imperfeições. "Você percebe o erro em um ponto, mas sabe que sempre pode desmanchar e começar tudo de novo. Ou, então, ignorar e aceitar que aquilo faz parte do trabalho", diz a produtora cultural Melina Valente, 37. "Ter um projeto de tricô ou crochê nas mãos significa estar produzindo algo. Isso é muito poderoso", afirma ela, que frequenta os encontros do grupo Tricotarde, que ocorrem um sábado por mês no espaço Cartel 011, em Pinheiros, na zona oeste, cuja programação mistura arte, música e moda.
Tricotar, bordar ou fazer crochê é também uma maneira de manter vivo um conhecimento que corre o risco de se perder no tempo. Foi com essa intenção que as amigas Flávia Lhacer, 27, e Vanessa Rozan, 31, criaram o Clube do Útero. Ainda restrito a uma página na internet (www.clubedoutero.blog
spot.com), o movimento quer oferecer workshops de trabalhos manuais. Suas fundadoras planejam a abertura de um espaço para os encontros, provavelmente no Baixo Augusta.
Para aumentar a prática, Flávia, que é figurinista, passa uma tarde por semana na casa da avó, Claudia, 84, bordando. "Foi ela que me ensinou os primeiros pontos." Vanessa, maquiadora, é neta de costureira, mas só se interessou pelo bordado depois de conhecer o livro "Subversive Cross Stitch" (ponto de cruz subversivo). "Achei o máximo ver as receitas com frases e figuras muito diferentes do ponto de cruz tradicional", lembra ela, que se reúne com as amigas e, entre uma taça de vinho e outra, troca dicas.
Como nas jovens tricoteiras o contraste visual entre moderno e antigo é evidente, não raro ele atrai chacotas. Andrea, do blog Superziper, estava tricotando com uma amiga no calçadão de Santos quando ouviu de um ambulante: "Estão treinando para serem avós?". A professora Cristiane já escutou: "Nossa! Tão bonita e tricotando...". Pelo jeito, vai ser difícil combinar tricô e modernidade. E talvez seja exatamente essa a ideia.


Mallu canta e borda
Cantora é adepta da mania
No dia em que terminou de gravar seu terceiro CD, "Pitanga", Mallu Magalhães, 18, estava dando pulinhos de alegria. "Abriram uma nova casa de lã com uns produtos incríveis", disse para uma amiga, ao celular, em pausa na entrevista que concedeu à Folha no dia 30. "Compro muita coisa na Argentina, mas agora ouvi dizer que vão começar a trazer lã de qualidade de lá." As agulhas surgiram na sua vida aos 13 anos, por causa de uma amiga mais velha. "Sou completamente vidrada. Pareço uma velhinha em casa, na minha."
kit básico
Tricô, bordado e crochê têm linhas específicas e acessórios próprios
TRICÔ
AGULHA RETA
A numeração varia conforme o tipo de lã. As mais grossas pedem agulhas acima de 9. Quanto maior o número, maior será a largura do ponto
AGULHA CIRCULAR
Ideal para trabalhos sem costura, como golas. Mas ela também pode ser usada para o tricô aberto, que pede costura no final, como a união de mangas a uma blusa
CONTADOR
O acessório pode ser acoplado à agulha e ajuda nas contas. Quando terminar uma carreira, gire o botão do contador
AGULHA DE ARREMATE
O buraco por onde passa a lã é mais largo do que o das agulhas usadas para pregar botões
ALFINETE
Evita que os pontos escorreguem da agulha em peças maiores como casacos e vestidos
BORDADO
BASTIDOR
Círculo de madeira que serve de suporte para o tecido para mantê-lo bem esticado
AGULHAS
São iguais às de pregar botão. É possível combinar os tamanhos do orifício com as linhas
TESOURINHA
A que tem o formato de garça é um fetiche entre as bordadeiras
TECIDO
No caso do bordado "freestyle", tecidos de algodão ou linho são os mais usados. Para o ponto de cruz, compre o tecido específico, com a trama mais aberta
CROCHÊ
AGULHAS
Têm numeração de 6 a 8. Quanto maior, mais largo será o ponto
Tricô-arte
Obras com linhas e agulhas
Em vez de pincéis e tintas, agulhas, linhas e lãs. A artista Carol Ponte, 30, faz parte da turma que está usando o tricô e o crochê como suporte. "Tinha medo de ser rotulada de mulherzinha, mas resolvi assumir que sou mulher e gosto desse tipo de trabalho", conta ela, que exibiu seus tricôs gigantes na feira SP Arte do ano passado, no estande da galeria Zipper, e tem obras avaliadas em R$ 20 mil. Fora do Brasil, a portuguesa Joana Vasconcelos, com suas instalações, e o norte-americano Daniel Kornrumpf, com retratos bordados que impressionam pela riqueza de detalhes, são outros representantes do tricô-arte.
SERVIÇO - ONDE COMPRAR
Novelaria Knit Café
R. Mourato Coelho, 678, Vila Madalena, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3729-7188.
Empório das Lãs
R. João Alvares Soares, 1.520, Campo Belo, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/5531-3086.
Millefios
R. da Graça, 221/223, Bom Retiro, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/113359-3322.
Companhia do Tricô
R. Pamplona, 1.222, Jardins, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3887-5614. 

Fotos e vídeo da reportagem, clique aqui.

O TRICÔ E O TESTE DE PERSONALIDADE - Jornal Folha de São Paulo



Teste extraído do artigo da Folha de São Paulo do dia 14.08.2011:

teste a sua personalidade
Para as adeptas do neotricô, o seu ponto diz muito sobre você


PONTOS MUITO APERTADOS
Pessoa nervosa, tensa ou angustiada

PONTOS PERFEITOS
Gosta de tudo sempre certinho e não tolera erros

PONTOS FROUXOS
Pessoa despreocupada e com tendências artísticas

PONTOS IRREGULARES
A despreocupação extrema beira o desleixo:

Você acha que o teste e o resultado coincidem com a sua personalidade?

Boa semana de tricô!

14 de agosto de 2011

FELICIDADE

Já doou seu sorriso hoje?

Mensagem para desejar uma ótima semana:

Não há nada mais produtivo do que a felicidade!!!!

Leia interessante eportagem colhida no site iG, por Danielle Nordi, em 24.2.2011:

Falar demais sobre experiências ruins pode piorar problemas

Reclamar diversas vezes do mesmo assunto pode levar a um quadro de depressão, dizem especialistas


Foi traída pelo marido? Aquele chefe chato não larga do seu pé? Perdeu um ente querido? Todos os exemplos citados são motivos legítimos para correr e desabafar com as amigas ou com a família. Mas é preciso prestar atenção se estas “reclamações” não estão ocorrendo de forma extremamente repetitiva. Remoer e reviver os problemas não é saudável para a saúde mental de ninguém. Pode levar a transtornos graves que devem ser tratados por especialistas.
“A pessoa que passou por uma situação difícil estará revivendo este momento todas as vezes que contá-lo a alguém. Ela poderá ter mudanças emocionais e neuroquímicas importantes como uma liberação em maior quantidade de adrenalina e cortisol, o que pode contribuir para o aparecimento de um quadro depressivo”, explica a psicóloga da Santa Casa de São Paulo Roseli Lage de Oliveira.
O neurologista e diretor clínico do Hospital Santa Virgínia Moacyr Bustamante explica que depressão é doença e deve ser encarada como tal. “A depressão é uma doença grave que precisa ser tratada com remédios por um médico e com psicoterapia pelos profissionais habilitados. Ainda existe muito preconceito quando falamos neste assunto. O deprimido muitas vezes é julgado pela sociedade”, diz.
Além da depressão, outros transtornos emocionais podem surgir. “Viver diversas vezes a mesma situação ruim pode causar melancolia, ansiedade e, até mesmo, dores de cabeça. O emocional chega a afetar a saúde do corpo”, afirma a psicóloga Daniela Mafra de Oliveira.
Ver sempre o lado negativo
“É preciso ficar claro que nem sempre desabafar com pessoas queridas é ruim. Ter amigos e compartilhar nossas vidas com pessoas que amamos é extremamente benéfico”, ressalta Daniela.
É preciso ficar atento, porém, para perceber quando a pessoa passa de uma interação social saudável para uma excessiva repetição das mesmas lamentações. “Não é apenas a freqüência que vai indicar que a pessoa não para de remoer os problemas. Também é necessário observar como a situação é encarada. Pessoas que só conseguem ver o lado negativo dos fatos, muitas vezes, se enquadram neste padrão”, observa Roseli.
“Uma pessoa que fica remoendo os problemas desenvolverá a depressão se já tiver uma tendência para isso. Nem sempre isso acontece. Mas é um sinal importante da doença e é preciso ficar alerta”, afirma Moacyr.
Amigos podem atrapalhar
“Os amigos ou familiares, às vezes, não conseguem ver o lado bom daquela situação ruim que o outro está vivendo. Ao contrário do profissional que tem como missão oferecer uma perspectiva mais positiva sobre o que aflige a pessoa”, pontua Daniela.
Roseli lembra que amigos e família ficam muito envolvidos com a história contada. Ela diz que profissionais treinados para lidar com este tipo de pessoa têm o distanciamento necessário para poder enxergar o problema com a dimensão que ele realmente deve ter. É muito comum que quem revive seus problemas a todo momento não consiga ver uma saída. “É aí que o trabalho do profissional faz toda a diferença”, completa.
“Um amigo pode ajudar quando encaminha ou encoraja um deprimido a procurar ajuda. Dar conselhos como ‘compre uma roupa nova’ ou ‘saia mais de casa’ não resolve. Só quem vai conseguir fornecer tratamento e conselhos adequados aos que sofrem de depressão são os médicos e os psicoterapeutas”, afirma Moacyr.

Isolamento social

“Pessoas que reclamam o tempo todo acabam provocando o afastamento dos que convivem com elas. Ouvir problemas dos outros pode ser penoso muitas vezes. Amigos e família acabam se esgotando mentalmente com tantas lamentações”, diz Daniela.
Para conseguir deixar para trás a tendência de remoer demais os problemas, os profissionais ensinam que atividades prazerosas devem ser praticadas, como ouvir música ou ler um livro. Outro conselho unânime entre os especialistas consultados: manter-se ocupado. Uma boa alternativa é o trabalho voluntário. “Além de ajudar quem precisa, conseguimos nos distrair de nossos próprios problemas”, ensina o neurologista.

11 de agosto de 2011

DOANDO CALOR

Tem uma pessoa que eu não conheço - ainda. Mas que me encanta pelas pequeninas pílulas de energia que emana virtualmente. Pequeninas e constantes.

Pílulas que aquecem o meu dia, energia que me faz sorrir, que me traz admiração.

Estou falando da Ivani, lá do Face.

Uma das melhores foi através deste selinho:

Ontem o blog completou um mês. Gostaria de agradecer imensamente a atenção dos visitantes.

Quero agradecer especialmente àqueles que seguem o blog, obrigada pelo carinho. É, gente, chique, não? O blog tem seguidores!

Vamos repartir felicidade como faz a Ivani?

Os primeiros sapatinhos e meinhas que tricotei certamente já estão nos pezinhos: